Integrantes do Margem participam de eventos acadêmicos

Pesquisadoras/es do Margem aprovaram trabalhos em  vários eventos acadêmicos, realizados a partir do mês de julho de 2017. Confira:eventos_academicos-300x199

***ALACIP 2017

* Profª Eleonora Cunha:
– “Federalismo e Política de Assistência Social na Argentina e no Brasil”, com Edite da Penha Cunha  e Ismael Deyber.
– Potencial do uso de Process Tracing na análise dos fenômenos políticos, com Carmem Emanuelle Leitão.

* Viviane Gonçalves Freitas:
– “Cuidado, gênero e democracia: como a produção acadêmica latino-americana aborda essa relação”, com Fernanda Ferreira Mota (UnB).
– “A agenda legislativa das senadoras brasileiras: avanços e retrocessos”, em coautoria com Noëlle da Silva (IPEA), Jaqueline da Silva Borges (IPEA) e Paulo Magalhães Araújo (UFES)

*Rayza Sarmento:
– “Estudos feministas de mídia e política: uma visão geral”.

***ANPOCS 2017

* Profª Eleonora Cunha, no GT Políticas Públicas.
– “Jogando luzes sobre os determinantes burocráticos e de gestão da política de assistência social nos municípios brasileiros”, com Natália D. G. Sátyro.

*Rayza Sarmento, no GT Mídias, política e eleições.
– “O feminismo no jornalismo”.

*Prof. Cristiano Rodrigues, nGT Relações raciais: desigualdades, identidades e políticas públicas

“Estudos sobre raça, racismo e etnicidade na Ciência Política brasileira: uma análise do campo a partir de seu estado da arte”, com Johanna Monagreda e Nathália Porto.

 

***ALAS 2017

*Letícia Domingues, no GT: Acciones Colectivas y Movimientos Sociales.
– “Movimentos sociais, ação direta, diálogo com o Estado e com a sociedade: um estudo de caso do movimento Tarifa Zero BH”, em coautoria com André H. de Brito Veloso.

***FAZENDO GÊNERO 2017

*Viviane Gonçalves Freitas, no Simpósio Temático 039: Políticas feministas y de los movimientos de mujeres en América Latina: Legados, presente y futuros imaginados.
– “As mulheres e a imprensa feminista brasileira das décadas de 1970 a 2010”

*Rayza Sarmento, no Simpósio Temático 049: Gênero e Política: participação e representação.
“Quem tem medo de “mulher votadeira”? Política e a primeira onda do feminismo na imprensa brasileira.”

***ALICE 2017

*Viviane Gonçalves Freitas, na Mesa 11: As práticas e comunicação: o conservantista modelo midiático sul-americano.
– “Imprensa feminista brasileira: democracia, cidadania e direitos das mulheres”

 

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Lançamento do livro “Democracia digital: publicidade, instituições e confronto político”

Convite democracia

No dia 10 de junho, ao meio dia, será lançado o livro “Democracia Digital: Publicidade, instituições e confronto político” organizado pelos professores Ricardo Fabrino Mendonça (coord. Margem), Marcus Abílio Pereira e Fernando Filgueiras. O livro foi editado pela UFMG e o evento acontece na Quixote Livraria e Café.

Local: Rua Fernandes Tourinho , 274 Belo Horizonte – MG.

Uma sociedade digital livre: o que torna a inclusão digital boa ou ruim? com Richard Stallman

Richard Stallman, criador do copyleft e um dos fundadores do movimento pelo software livre, foi o palestrante do dia 29 de maio do evento de comemoração do aniversário de noventa anos da UFMG. O tema da fala, inclusão digital, é tensionado pelo palestrante, que concentrou esforços em desmistificar as tecnologias da informação e comunicação de forma a apontar injustiças derivadas do uso de softwares proprietários. Injustiças que vão desde a coleta de dImage.1495724844691ados pessoais do usuário para fins econômicos ou políticos, como a vigilância, até formas de discriminação fomentada por decisões de algoritmos com base em big data. Para Stallman, plataformas digitais possuem usados e não usuários, já que, como aponta didaticamente, em uma fala repleta de exemplos ilustrativos, os softwares proprietários limitam a liberdade dos sujeitos, condicionando-os a padrões de uso e função determinados e controlados pelos proprietários, além das polêmicas backdoors que permitem controle e censura de forma insidiosa. A nebulosidade em torno do funcionamento das TIC’s é o fator que engata a fala do ativista. Stallman concebe, assim, o software livre – código aberto, não proprietário, construído de forma colaborativa – como uma condição necessária para uma sociedade livre.